“Todos os povos civilizados investigam as suas origens e amam a sua história.
Há uma força instintiva que atrai o homem à terra natal, seja ela uma simples aldeia perdida nos vales profundos,
nas serras majestosas e altaneiras, ou nas grandes cidades embaladas pelas ondas do mar,
onde os requintes do conforto seduzem os ricos e poderosos do mundo”.          Artur Monteiro do Couto






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na sede da CTMAD>br> Exposição de fotografia
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com a Univ. Lusíada


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2008.09.04
Trindade Coelho: centenário da morte (1861-1908)

 

Em Lisboa, a Câmara Municipal está a trabalhar em parceria com outras entidades para produzir um programa à altura do jornalista, escritor e jurisconsulto de Mogadouro: Francisco José Trindade Coelho (1861-1908). O descerramento de uma lápide evocativa na casa onde viveu os seus últimos dias - na Rua Larga de São Roque, nº 20, 4.º andar (actual Rua da Misericórdia) - assinalará o arranque das comemorações. A cerimónia está agendada para o dia 9 de Agosto, data fatídica em que o escritor se suicidou, e vai ser precedida da apresentação institucional da programação municipal, que se estenderá pelos meses de Setembro e Outubro.

 
O objectivo é que essa programação reflicta toda a diversidade da vida e da obra de Trindade Coelho - o que não é pouco, atendendo à sua apurada consciência cívica, que sempre o induziu a uma ampla intervenção no âmbito das áreas profissionais em que desenvolveu actividade.
 
A sua iniciação no jornalismo começou cedo, quando estava ainda o Colégio do Porto. Depois, já na Universidade de Coimbra, onde cursou Direito, colaborou em vários jornais, como o Progressista, o Imparcial, entre outros, sob o pseudónimo "Belisário". Foi mesmo o fundador de uma folha, A Porta Férrea, que se tornou muito popular entre a academia, assinando então já os artigos com o seu nome. Além desta, fundou ainda a revista Panorama Contemporâneo, ao mesmo tempo que escrevia crónicas para vários jornais de província, como o Tirocínio, a Beira, o Douro, e mesmo para jornais de referência, como o Diário Ilustrado, Diário de Lisboa, e o Jornal da Manhã, do Porto. Foi em Coimbra que conheceu Camilo Castelo Branco, do qual ficou amigo. Refira-se ainda que Trindade Coelho foi um dos fundadores da Associação dos Jornalistas de Lisboa, para a qual redigiu os respectivos estatutos.
 
Em 1885, concluído o curso, passou a dedicar-se à advocacia. Ocupou depois o cargo de administrador do concelho interino e foi delegado do Procurador Régio em Portalegre, onde esteve 4 anos. Aqui fundou 2 jornais: Gazeta de Portalegre e Comércio de Portalegre, de que foi redactor literário. Em 1891, está em Lisboa, a servir no tribunal auxiliar do 2.º distrito, primeiro com o conselheiro Neves e Sousa e depois com Francisco Maria da Veiga. Na capital trabalhou na redacção de 3 jornais diários, Portugal, Novidades e Repórter, fundou a Revista Nova e, com o juiz Francisco Maria Veiga, a Revista de Direito e Jurisprudência. Destacou-se na defesa, em África, de 33 réus presos sob a acusação de crime político, que foram absolvidos com os seus acusadores a serem presos e punidos. Regressado em Lisboa, retomou o seu cargo no tribunal fiscal. Em 1895 é nomeado novamente delegado do procurador régio, em Lisboa, sendo exonerado, a seu pedido, em 1907. Um ano depois suicida-se.
 
À sua obra mais famosa, o livro de contos Os Meus Amores, juntam-se: Terra Mater, que saiu na colecção de brindes do Diário de Notícias, Primeiras Noções de Educação Cívica (1906), Manual Político do Cidadão Português, In Illo Tempore, narrativas da vida coimbrã (1902), Dezoito Anos em África (1898), vários Folhetos para o Povo e, para o ensino, 1.º. 2.º e 3.º Livros de Leitura, Elementos de Educação Cívica e Pão Nosso ou Leituras Elementares e Enciclopédicas para uso do Povo.
 
Trata-se, portanto, de uma figura incontornável da cultura e das letras portuguesas, cuja vida e obra carece de uma nova abordagem historiográfica e literária. Por outro lado, parte da sua vida decorre em Lisboa, cidade com a qual estabeleceu laços e memórias importantes, plasmadas, por exemplo, na toponímia da cidade, com o Largo Trindade Coelho.
 
Sobre a programação, embora ainda em fase de acerto, podemos adiantar que incluirá:
Duas mostras bibliográficas e documentais ─ uma, centrada na sua obra periodística, tendo por base a colecção da Hemeroteca Municipal (2.ª quinzena de Setembro – Outubro) e outra que, a partir do espólio da Biblioteca Municipal Central, focará a sua obra literária e jurídica (2.ª quinzena de Setembro – Outubro);
Um ciclo de colóquios, intitulado Trindade Coelho, Vida e Obra Cem Anos Depois (1908-2008) ─ o primeiro será dedicado a Trindade Coelho, Jornalista (2.ª quinzena de Setembro), no âmbito do qual está já confirmada a comunicação de António Valdemar (jornalista do Expresso e Membro da Academia de Ciências de Lisboa); o segundo versará sobre Trindade Coelho, Escritor (1.ª quinzena de Outubro), para o qual é já certa a participação de Ernesto Rodrigues (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa); o terceiro aborda o tema de Trindade Coelho, Política e Cidadania no Portugal de Oitocentos, que contará com a colaboração, entre outros, de Luís Bigotte Chorão (Centro de História da Universidade de Lisboa e Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra), durante a segunda quinzena de Outubro. As comunicações terão lugar em vários equipamentos municipais e espaços culturais da cidade de Lisboa (Hemeroteca Municipal, Casa Fernando Pessoa, Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro e Biblioteca Municipal Central).
 
Animação de rua, no Largo Trindade Coelho (Bairro Alto), com Alfarrabistas, feira de produtos regionais de Trás-os-Montes e Alto Douro, e espectáculos musicais.
Digitalização e disponibilização em linha, através da Hemeroteca Digital (http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/), de alguns textos jornalísticos de Trindade Coelho, além de recursos informativos de natureza diversa: programa das comemorações, apontamentos biográfico e bibliográfico, incluindo as ligações às obras de e sobre Trindade Coelho existentes no Catálogo das Bibliotecas Municipais de Lisboa (http://catalogolx.cm-lisboa.pt/#focus); indicação organizada de outros endereços electrónicos com informação relevante na Internet; recensões e/ou actas digitais das comunicações entretanto apresentadas nos colóquios referidos;
Lançamentos/apresentações de livros publicados sobre Trindade Coelho, no âmbito do centenário da sua morte, cerimónias que poderão ter como palco o Teatro Municipal S. Luís – Jardim de Inverno;
Edição de catálogo, centrado na mostra bibliográfica da Hemeroteca Municipal e que ficará como registo e memória desta efeméride.
Sessão solene de encerramento do centenário, que terá lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

 


Posted at 16:18 by ntmad
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2008.06.10
10 DE JUNHO, DIA DE PORTUGAL E DAS COMUNIDADES

Mensagem do Presidente da República às Comunidades Portuguesas

Nesta celebração do Dia de Portugal, mas também das Comunidades Portuguesas, quero saudar de forma muito particular todos os Portugueses da diáspora, dirigindo-lhes uma mensagem de estímulo e de reconhecimento.

Desde o início do meu mandato tenho tido a preocupação de realçar o mérito dos Portugueses que vivem e trabalham no estrangeiro, o importante papel que desempenham na afirmação de Portugal no mundo, que tive a oportunidade de testemunhar em diversas ocasiões.

Foi o que aconteceu, há pouco menos de um ano, quando me desloquei aos Estados Unidos da América para visitar as comunidades das áreas de Boston, Fall River, New Bedford e Newark ou, mais recentemente, quando, no Rio de Janeiro e em Maputo, contactei com Portugueses que vivem e trabalham no Brasil e em Moçambique.

Sabemos que não é de hoje a aventura portuguesa no mundo. Mas, se os Portugueses que partiram da sua pátria têm uma história feita de determinação e de engenho, têm também um presente e terão, certamente, um futuro que importa valorizar.

Foi com este objectivo que decidi apoiar a criação do "Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa", que tive a oportunidade de anunciar no ano passado, durante a minha visita à comunidade portuguesa no Luxemburgo.

Este prémio pretende reconhecer cidadãos portugueses que, pela sua capacidade de empreender e de inovar, se tenham distinguido, quer pela sua acção nos seus países de acolhimento, quer pela sua relação com Portugal.

Sei que este é apenas um pequeno contributo. Sei como as gerações de Portugueses espalhados por todo o mundo têm sido a expressão do espírito empreendedor português, da capacidade de assumir riscos, do esforço e da ambição de ir mais além. Mas sei, igualmente, que todos somos necessários para mobilizar esse enorme capital social que a diáspora portuguesa representa.

A facilidade de comunicação e a rapidez de transferência de conhecimento, que caracteriza a globalização, configura um novo desafio para Portugal, mas simultaneamente uma nova realidade para a nossa diáspora.

Se no passado muitos partiram sem saber se algum dia teriam a possibilidade de regressar, hoje as distâncias encurtam-se e todos os Portugueses podem estar bem mais próximos uns dos outros e do seu País.

Por isso, neste Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas, apelo à mobilização desse imenso capital social e humano, que são os cinco milhões de Portugueses e de luso-descendentes que vivem e trabalham no estrangeiro.

Os recursos e os conhecimentos dos Portugueses no exterior podem contribuir para uma maior afirmação de Portugal no plano internacional, apoiando, por exemplo, a entrada de produtos e de empresas nacionais em novos mercados.

Por outro lado, Portugal deve saber atrair e acarinhar os Portugueses que, estando no exterior, pretendem regressar e, desta forma, contribuir com investimentos, formação e experiência para o desenvolvimento económico e social do País.

Essa mobilização poderá ser feita com o empenhamento da sociedade civil, devendo ser complementada e consolidada através do desenvolvimento de mecanismos formais - como por exemplo, as câmaras de comércio, as novas redes comerciais, sem esquecer as instituições tradicionais de origem portuguesa. Mas, sendo este um desígnio nacional, caberá ainda ao Estado português fomentar as relações entre Portugal e as suas comunidades.

Neste Dia de Portugal, não poderia deixar de evocar esse extraordinário génio literário, cujo dia também hoje se celebra, Luis Vaz de Camões. A sua maior obra, "Os Lusíadas", expressão máxima da nossa língua, nunca teria sido escrita se também ele, um dia, não tivesse partido à descoberta de "novos mundos".

Comemorar o Dia de Camões é celebrar a Língua Portuguesa. Também no domínio da valorização da nossa língua e da nossa cultura, o papel fundamental das comunidades portuguesas não pode ser esquecido.

A todos os Portugueses que residem e trabalham no estrangeiro deixo, mais uma vez, uma palavra de apreço e de reconhecimento.

Sei que podemos contar convosco. Podem e devem contar com Portugal.

 


Posted at 11:20 by ntmad
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2008.04.05
PASSEIO AO NORDESTE TRANSMONTANO*

(PASSANDO AINDA POR SANTIAGO DE COMPOSTELA E PELA FEIRA INTERNACIONAL DE VINHO ALVARINHO, EM MONÇÃO)

22 Maio 2008 - Saída de Lisboa; Coimbra; Vila Nova de Foz Côa (almoço); Torre de Moncorvo; Mogadouro; Miranda do Douro (jantar e dormida).

23 Maio 2008 - Saída de Miranda do Douro; Vimioso; Gimonde (almoço, no Restaurante Típico D. Roberto); Bragança (visita ao castelo a ao Poliz); Vinhais, Valpaços e Chaves (jantar na Adega do Faustino e dormida no Hotel).

24 Maio 2008 - Chaves; Santiago de Compostela; Tui (almoço livre e visita à catedral de Tui); Monção (jantar e dormida no Hotel Termas).

25 Maio 2008 - Monção; Vila Nova de Cerveira; Caminha; Viana do Castelo; Famalicão (almoço num restaurante panorâmico); Porto; Lisboa (chegada prevista às 23 h).

PREÇO POR PESSOA - 240 € ou 170 €.

O preço de 240 € inclui transporte, almoços e jantares, dormida em hotéis (só um almoço livre).

O preço de 170 € não inclui jantares.

CONTACTO: Augusto Martins ( 217 939 311 ou 919 846 157).

__________________________________________________________________

*organização sem fins lucrativos, promovida pela Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa.

 


Posted at 18:56 by ntmad
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2008.02.21
Passeio Convívio ao Rio Douro*

Do Porto à Régua - I Parte

Passeio Convívio ao Rio Douro *

Dias 7 e 8 de Junho

Dia 7

 

7.00h – Saída de Lisboa

            Pequeno-almoço pelo caminho.

            Visita à cidade de Viseu.

              

13.00h – Almoço no Restaurante "O Paraíso" em Lamego,

            na Serra das Meadas.

 

15.00h – Visita ao Santuário de Nossa Senhora dos Remédios

 

16.00h – Chegada à Régua com visita à Casa do Douro e prova

do Vinho do Porto 

 

18.00h – Chegada a Vila Real ao Hotel Mira Corgo.

            Jantar, Dormida.

 

Dia 8

 

08.30h – Embarque após pequeno-almoço.

            Descida do Rio até ao Porto.

 

            O almoço será servido no Mosteiro de Alpendurada.

 

            Regresso ao Barco.

 

17.30h – Chegada prevista ao Porto.

 

18.00h – Regresso ao autocarro com destino a Lisboa

 

Preço por Pessoa:

            Maiores de 11 anos - 180.00€

            Entre os 3 e os 11 anos – 90.00€

            Até aos 3 anos – Grátis

50% do Preço é pago no acto de inscrição o restante 10 dias antes da Viagem                   

Nota: No Rio Douro haverá a passagem por 3 barragens. Uma com um desnível de 30 metros, outra com um desnível de 21 metros e outra com um desnível de 17 metros.

 

CONTACTO:

AUGUSTO MARTINS - 919846157

__________________________________________________________________

*organização sem fins lucrativos, promovida pela Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa.

 

Do Porto à Régua - II Parte

Do Porto à Régua - III Parte

LAMEGO - A Nossa História Tem Futuro I

LAMEGO - A Nossa História Tem Futuro II

LAMEGO - A Nossa História Tem Futuro III

LAMEGO - A Nossa História Tem Futuro IV


Posted at 07:14 by ntmad
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